quarta-feira, 25 de abril de 2007

[dualismo- Olavo Bilac]


Dualismo

Não és bom, nem és mau; és triste e humano...
Vives ansiando, em maldições e preces.
Como se, a arder, no coração tivesses
O tumulto e o clamor de um largo oceano.
Pobre, no bem como no mal, padeces;
E, rolando num vórtice vesano,
Oscilas entre a crença e o desengano,
Entre esperanças e desinteresses.
Capaz de horrores e de ações sublimes,
Não ficas das virtudes satisfeito,
Nem te arrependes, infeliz, dos crimes:
E, no perpétuo ideal que te devora,
Residem juntamente no teu peito
Um demônio que ruge e um deus que chora.
[Olavo Bilac]

Parnasianismo

Parnasianismo
Na segunda metade do século XIX com as lutas que ocorriam a literatura não podia mais, como no tempo do Romantismo, viver de idealizações, do culto do eu e da fuga à realidade. Era necessária uma arte mais objetiva, que atendesse ao desejo do momento: o de analisar, compreender, criticar e transformar a realidade. Como resposta a essa necessidade, nascem quase ao mesmo tempo três tendências anti-românticas na literatura, que se entrelaçam e se influenciam mutuamente: o Realismo, o Naturalismo e o Parnasianismo.
Diferentemente do Realismo e do Naturalismo, que se voltavam para o exame da realidade, o Parnasianismo representou na poesia o retorno à orientação clássica, ao princípio do belo na arte, à busca do equilíbrio e da perfeição formal. Os parnasianos acreditavam que o sentido maior da arte reside nela mesma, em sua perfeição, e não no mundo exterior.
A “arte pela arte"
Apesar de contemporâneos, o Parnasianismo difere profundamente do Realismo e do Naturalismo. Enquanto esses movimentos se propunham a analisar e compreender a realidade social e humana, o Parnasianismo se distancia da realidade e se volta para si mesmo. Defendendo o princípio da “arte pela arte”, os parnasianos achavam que o objetivo maior da arte não é tratar dos problemas humanos e sociais, mas alcançar a “perfeição” em sua construção: rimas, métrica, imagens, vocabulário seleto, equilíbrio, controle das emoções, etc.
A linguagem da poesia parnasiana
A poesia parnasiana pretende ser universal. Por isso utiliza uma linguagem objetiva, que busca a contenção dos sentimentos e a perfeição formal. Seus temas são, igualmente, universais: a natureza, o tempo, o amor, objetos de arte e, principalmente, a própria poesia.

terça-feira, 24 de abril de 2007

2º Bimestre


“Há quem diga que todas as noites são de sonhos .Mas há também quem garanta que nem todas , só as de verão. Mas no fundo isso não tem importância .O que interessa mesmo não são as noites em si, são os sonhos .Sonhos que o homem sonha sempre .Em todos os lugares .Em todos as épocas do ano. Dormindo ou acordado .”
*
poema bem lindinho de Shakespeare pra começar bem o 2º Bimestre!!!
Geee, prometo que a partir de agora vou ser mais atualizada com o meu blog!
;*
Beijos pra td mundo da classe! :)

sábado, 7 de abril de 2007

Feliz Páscoa xD


Coelhinho da páscoaque trazes pra mim?
Um ovo, dois ovos, três ovos assim.
Um ovo, dois ovos, três ovos assim.

Coelhinho da páscoa que cor eles tem?
Azul, amarelo, vermelho também.
Azul, amarelo, vermelho também.

FELIZ PÁSCOA Á TODOS!!! :D